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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Unbalanced bill and other proceeds. Projeto de lei desequilibrado e outros procedentes. Projet de loi déséquilibré et autres produits.

I recently read a topic with this expression marked between one phrase or another. I thought about the possibility of someone writing a bill, with a theme that in any social circle of conversation would be of great imbalance, but meanwhile in the world of politics the unbalanced bill could be approved in exchange for somme correct financial support. There are no limits to the possibilities. Any bill could be approved with the correct amount. If written according to the local rules. It's basically about format. The message must have a format because each receiver waits or is trained to receive a message in certain format. Each message must fit the required format. Each document requires a format, which we can call aesthetics. Each aesthetic also respects a format, one period of time. At university the article format follows a classic script. And are not all best-selling scripts well structured in their own format? Any subject is an object. As long as it fits the required seriousness and the expected pomposity. There are those who work with edicts. Some people subscribe to edicts. Other formats. So that's the question of the message, how to get a message send across? What are my real recipients and how do I proceed? Do I really have to have a recipient and do I really have to put myself in the bars of formalism? Yes. If I do not respect the rules of grammar, I lose all sense. I can deny myself the format of a given epoch, or even mimic an idealized past structured aesthetic, but it is not possible to deny the present. It remains to define what the present demands. What are the requirements? They are not spoken. Or they are said in formats that I still can not understand. Some messages are closed on their own. I want to be clear. I can not take it anymore. Celibacy will bring me a bit more integrity. Do I have to convince anyone of my motives? Am I ashamed of who I was or am I ashamed of who I am? What I am now is what I've always been, so who was I all this time? I read a text today with the following theory, that dreams are recipients of the future. Not because they foresee the future, but 'cause of in the future we send the lived image to the past. The format is the dream. The medium is the space. The sender is myself, and the receiver is my mirror.

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J'ai récemment lu un sujet avec cette expression marquée entre une phrase ou une autre. Je pensais à la possibilité de quelqu'un qui écrit un projet de loi avec un thème dans une roue de conversation serait d'un grand déséquilibre, mais en attendant, dans le monde de la politique, le projet pourrait être approuvé en échange d'un financement correct. Il n'y a pas de limites aux possibilités. Tout projet peut être approuvé. Si écrit selon les règles locales. C'est essentiellement sur le format. Le message doit avoir un format car chaque récepteur attend ou est entraîné pour recevoir un format de message. Chaque message doit correspondre au format requis. Chaque document nécessite un format que nous pouvons appeler esthétique. Chaque esthétique respecte également un format, une période. À l'université, le format de l'article suit un scénario classique. Et ne sont pas des scripts best-seller bien structurés dans leur propre format? Tout sujet est un objet. Tant qu'il correspond au sérieux requis et à la pompe attendue, il y a ceux qui travaillent avec les édits. Certaines personnes souscrivent à des édits. D'autres formats. Voilà donc la question du message, comment faire passer un message? Quels sont mes vrais destinataires et comment procéder? Dois-je vraiment avoir un destinataire et dois-je vraiment me mettre dans les bars du formalisme? Oui, si je ne respecte pas les règles de la grammaire, je perds tout sens. Je peux me refuser le format d'une époque donnée, ou même imiter un passé idéalisé, mais il n'est pas possible de nier le présent. Il reste à définir ce que le présent exige. Quelles sont les exigences? Ils ne sont pas parlés. Ou ils sont dit dans des formats que je ne comprends toujours pas. Certains messages sont fermés par eux-mêmes. Je veux être clair. Je ne peux plus le supporter. Le célibat m'apportera un peu plus d'intégrité. Dois-je convaincre quelqu'un de mes motivations? Ai-je honte de qui j'étais ou ai-je honte de qui je suis? Ce que je suis maintenant est ce que j'ai toujours été, alors qui étais-je tout ce temps? Je lis aujourd'hui un texte avec la théorie suivante, les rêves sont des destinataires du futur. Non pas parce qu'ils prévoient le futur, mais du futur, nous envoyons l'image vécue au passé. Le format est le rêve. Le milieu est l'espace. L'expéditeur est moi, et le récepteur est mon miroir.

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Recentemente li um tópico com essa expressão marcada entre uma frase ou outra. Pensei na possibilidade de alguém escrever um projeto de lei, com um tema que em qualquer roda de conversa passaria por grande desequilíbrio, mas entretanto no mundo da política o projeto poderia ser aprovado em troca de um correto financiamento. Não há limites para as possibilidades. Qualquer projeto pode ser aprovado. Se estiver escrito conforme as regras do local. É basicamente sobre formato. A mensagem precisa ter um formato porque cada receptor espera ou é treinado para receber um tipo de mensagem. Cada mensagem deve se enquadrar no formato exigido. Cada documento exige um formato, que podemos chamar de estética. Cada estética respeita também um formato, de época. Na universidade o formato do artigo segue um roteiro clássico. E não são os best-sellers roteiros bem estruturados conforme seu próprio formato? Qualquer assunto é objeto. Desde que se enquadre na seriedade exigida e na pompa esperada Há quem trabalhe com editais. Há quem se inscreva em editais. Outros formatos. Então é essa a questão da mensagem, como passar uma mensagem? Quais são os meus reais destinatários e como proceder. Preciso mesmo ter um destinatário e preciso mesmo me colocar nas grades do formalismo? Sim. Se eu não respeitar as regras da gramática acabo por perder todo o sentido. Posso me negar ao formato de uma determinada época, ou mesmo mimetizar um passado idealizado, mas não é possível negar o presente. Resta definir o que o presente exige. Quais são as exigências? Não são ditas. Ou são ditas em formatos que ainda não posso compreender. Algumas mensagens estão fechadas em seus próprios meios. Quero ser claro. Eu não aguento mais. O celibato vai me trazer um pouco mais de integridade. Preciso convencer alguém de meus motivos? Tenho vergonha de quem eu fui ou tenho vergonha de quem eu sou? O que sou agora é o que sempre fui, então quem eu fui todo esse tempo? Li um texto hoje com a seguinte teoria, os sonhos são receptores do futuro. Não porque preveêm o futuro, mas do futuro enviamos a imagem vivida ao passado. O formato é o sonho. O meio é o espaço. O emissor sou eu, e o receptor é meu espelho.


go for a beer young boy, you deserve it.

Please make a donation. I live in the third world and to continue any work, writing and artistic production, videos or images, I need your financial engagement to not end up in one of the mass exploitation factories of the Brazilian market dictatorship. Please!!!!! Any value counts, 50 reais (12,5 $) is little out there but it makes a big difference here.


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Mes motivations, vive la liberté!

sábado, 19 de janeiro de 2013

Poema do Dinheiro - Money Poem - Poème d'argent

Vontade de comprar um vestido de gala, caro.
Comprar uma maquiagem, barata.
Sair. De graça.
Borrar toda minha cara:
chorando, bebendo,
beijando e fumando.

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Voulez d'acheter une robe de gala, bien cher.
Acheter un maquillage, pas cher.
Sortir. Gratuit.
Effacer tout mon visage:
pleurer, boire,
embrasser et fumer.

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Willing to buy a gala dress, expensive as shit.
Buy a makeup, so cheap.
Get out. For free.
Mess up all my face:
crying, drinking,
kissing and smoking.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Four events of gender and intimacy. May 2011. Quatro situações de gênero e intimidade.

Four events occurred to me throughout the day as if they were epiphanies or late dreams:

1. A boy with long lashes colored with metallic gold and the enormous desire I felt to be contemplating his differentiated appearance, even though it was dangerous in a hetero-normative society.

2. The strange negative feeling I feel when they do not sit next to me in the seats, "I have something?", "It's something wrong with me?".

3. The dilemma: sex conditions the subject of the individual and what forms of resistance exist to this; and the individual creates the subject. How these two issues conflict and what they suggest? Example: when the mother knows that the baby is a boy (sex), she conditions his behavior and clothes to the masculine (subject); the boy (individual) can create and become a girl (subject);

4 - My self-exclusion and the desire to be alone in counterpoint to the fear of being rejected and to feel abandoned in some way or by someone not defined.

sábado, 6 de novembro de 2010

28 - Pessoas todas erradas [?]

Vou começar contando um pouco sobre mim. Não sei se me preocupava se estava agindo certo ou errado. Pra pensar dessa forma é necessário seguir alguma moral pré-estabelecida. Eu seguia a mim mesmo.
Durante muito tempo eu passei a fazer todas as coisas que estavam ao meu alcance. Pulei escadas de dois andares, apostei corrida de bicicleta, briguei, cometi fraudes, furtos, manipulei a todos, criei intrigas pra testar as reações sociais, persegui pessoas por brincadeira, usei drogas, entre outras coisas.
Sinceramente, muitas coisas que fiz, foram apenas em benefício próprio, não interferindo exatamente na vida de outras pessoas [tirando alguns casos].

Das poucas vezes que interferi negativamente, por mais prazeiroso que fosse, acabei me sentindo constrangido no final. Nunca arrependido, mas um tanto entristecido por me divertir às custas de gente estúpida. Muitas vezes fiquei com outras pessoas por tesão de momento, por alteração de estado mental, etc, e logo em seguida fugi. Dois motivos: Não gostava delas e não queria pensar se elas tinham se ferido nesse processo.
Comecei a tentar mudar isso e consegui. Fazer um ménage no dia de aniversário de namoro foi a gota d`água para que eu resolvesse mudar. Fui tentanto, me relacionando, algumas pessoas foram maravilhosas e outras não. No final, conheci uma pessoa muito boa e por isso consegui mudar como disse no começo.

Com essa pessoa, houveram alguns impasses, um pouco de falta de tato e experiência talvez. Meu novo amor não aceitava bem o uso de drogas, achava que era um vício. Como na verdade era uma das minhas muitas experiências pessoais, não foi difícil deixar de usar. Dois motivos: vicios reais são pra poucos, o resto é charme e ele também precisava entender que o pensamento dele de "Quem usa = viciado" é absurdo. No fim, acabou tudo sendo benéfico para mim, visto que farei um exame toxicológico se passar em uma prova, em breve.
Entretanto, houve um fato curioso. No aniversário do meu amor, foi me pedido que usasse todas as substâncias e bebidas possíveis e eu só não fiz isso porque estava tomando antibióticos. Fui acusado de falso moralismo.

Agora sou acusado novamente, de ter sido uma pessoa toda errada e agora ser certinho. A verdade é que eu _nunca_ fui todo errado. O que fiz de errado, já se passou há muito tempo e foi uma parte das minhas experiências como amadurecimento. O que fiz de certo, que me beneficiou totalmente e de quebra não prejudicou ninguém, mantive nas minhas atitudes. O errado, em boa parte, cortei.
E a vida de excessos (leia-se bebidas e outras coisas a mais), posso voltar quando for conveniente. Conveniência é tudo. Não se prejudique, mas não prejudique os outros nesse processo.